Arquivo da tag: Informática

Criando Mapas Mentais para planejamento de testes

Primeiramente, gostaria de começar este artigo dando uma prévia sobre os mapas mentais. Segundo o wikipédia, Mapa mental é o nome dado para um diagrama, voltado para gestão de informações. Um mapa mental pode nos ajudar para os estudos, armazenar idéias, auxiliar na criação de manuais e também para a organização de nossos Casos de Testes!

Existem vários programas que auxiliam-nos na criação, dentre eles gratuitos e pagos. Para escolher o seu basta ver de acordo com sua necessidade. Atualmente uso a versão gratuita do Xmind e a única coisa que sinto falta é de poder gerar um PDF dos meu mapas (coisa que a versão paga faz). Se você tiver interesse em ver vários exemplos de Mapas Mentais, basta dar uma “googleada”.

A idéia de usar os mapas mentais surgiu de acordo com a minha necessidade atual, quando comecei a trabalhar com a Metodologia Scrum. Conheci os mapas mentais através de outros amigos da área que trabalham com testes e logo me interessei pela simplicidade.

Diferente de um Caso de testes, onde crio um passo-a-passo para realizar um teste, no mapa mental, escrevo alguns itens que me lembre sobre o que deve ser validado. Se preferir, colocar alguns itens do critério de Aceite podem ajudar também.

A organização pode ser feita como você desejar. Se você estiver trabalhando com SCRUM você pode criar um mapa mental para cada estória, sendo os itens principais cada task de testes. Para cada task, podemos descrever o que deve ser validado.

Para simplificar, veremos um exemplo abaixo, que trata sobre os testes de compatibilidade nos navegadores:

Como podemos ver, na imagem acima coloquei somente o que devo me lembrar para fazer os testes de compatibilidade, onde inclui os nomes dos navegadores.

É possível incluir imagens e símbolos nos mapas mentais que ajudam no controle dos testes. Neste caso, os símbolos com o V em verde, são os testes que já realizei, enquanto os X estão pendentes. Com o símbolo de exclamação, uso-o para identificar que ocorreu um problema, precisei abrir um bug para ele.

Podemos também utilizar para colocar regras de Negócio, validação de Campos, conforme exemplo abaixo:

Na imagem acima, para a primeira task cito todos os campos da página para validação e na segunda task, algumas regras para validação. Uma outra abordagem que poderia ser feita é escrever em forma de Ação>Reação, não seria bem um ponto de Ação e Verificação como em um caso de testes, mas uma coisa mais ampla como: 1. Realizar Compra com Cartão de Crédito Válido>Sistema confirma o pedido e envia e-mail ao cliente informando os dados da compra.

Vejo o uso dos mapas mentais uma alternativa interessante, porém devem ser avaliados de acordo com a situação e a necessidade de cada um. Falo isso como por exemplo no meu caso, onde não preciso ter que necessariamente criar casos de testes, e não preciso ficar evidenciando todos os passos que executo quanto estou realizando meus testes.

Avalie, experimente e se quiser teste esta maneira de mapear seus testes, quem sabe ajude com o seu dia-a-dia!

Abraços e até a próxima!

Vinicius Sabadoti

Obs: Nesta última imagem acabou saindo a primeira também no slide, infelizmente não consegui arrumar no WordPress. Toda vez que insiro mais de uma imagem ele acaba fazendo isso.  Se alguém souber como acertar dá um dica! Valeu ; )

27/02/2011 – Atualizando:

Pessoal estou atualizando o post e inserindo mais duas opções de programas para criação de mapas Mentais. Agradeço ao Maurício e ao Lucas pelas dicas de outros programas:

Freemind: http://freemind.sourceforge.net/wiki/index.php/Main_Page

MindMeister: http://www.mindmeister.com/pt

Anúncios

Carreiras em TI – Testes de Software III

Pessoal estou postando mais uma entrevista com uma profissional na área de testes de software. O que mais gosto destas entrevistas é que cada profissional tem algo diferente e interessante para contar de experiência. Outro motivo é que um dos termos mais pesquisados que aparece no wordpress é este, portanto acho legal compartilhar mais este assunto.

A entrevista é com a Marcelli, minha amiga que trabalhou comigo no projeto do Santander e que me ajudou com os testes em Mainframe.

1. Como você conheceu e se interessou por testes?

Não conhecia a área de testes até entrar na IBM (Fevereiro de 2006). Eu imaginava que as empresas testavam seus produtos (softwares) mas não tinha noção de quão organizado e estruturado eram esses testes. Me interessei rapidamente por esta área, pois envolve muito a parte de análise, requisitos, leitura de documentos, que eram as áreas que já me chamavam atenção.

2. Quais as atividades de um profissional que trabalha nesta área?
São muitas. Resumindo, para um analista de teste:

• Ler, ler, ler e ler os requisitos do sistema. É o documento principal para seus casos de testes. Não assuma nada, tire todas suas dúvidas com o responsável pelo requisito. E leia também qualquer outra documentação do projeto que possa ajudar no entendimento da nova funcionalidade.
• Com base no que você leu, planeje os cenários de teste, pense na pré e pós condição, resultados esperados, dados específicos etc.
• Crie os casos de teste, e escreva o passo a passo. Vale ressaltar que o passo a passo deve ser escrito não só para você, ou seja, todos precisam entender e conseguir seguir o roteiro feito por você.
• Envie seus casos de teste para revisão e aprovação do cliente quando necessário. E analise as alterações sugeridas pelo mesmos.
• Quando o ambiente de teste estiver liberado, inicie a execução. Tire evidência dos passos de seu caso de teste, e quando o resultado obtido for diferente do resultado esperado, reporte este defeito e reteste assim que corrigido.

Paralelo a todos os itens acima, mantenha a ferramenta de testes que você utiliza atualizada com seus resultados.
Bom, acima é só um resumo de algumas das atividades de um analista de teste, porém dentro da área de Teste de uma empresa, temos vários cargos. Por exemplo, se você for um Líder de Testes terá que acompanhar e coordenar as atividades citadas acima, se for um Analista de teste de performance terá outras atividades adicionais etc..

3. Para trabalhar com testes é necessário saber sobre outras áreas?

É necessário ter um conhecimento de Lógica, raciocínio lógico para criar as situações de teste necessárias, e dependendo da aplicação que você for testar é necessário alguns skills específicos, como por exemplo: Mainframe, SQL etc.

4. Qual foi o defeito mais difícil que você encontrou?

Não me lembro de um em específico, mas defeitos que envolvem processamento batch, jobs em geral que passam dados de um sistema para o outro etc.

5. Alguma vez alguém já falou para você que testar não é preciso?

Os desenvolvedores hahahaha. Brincadeira, nunca ouvi isso diretamente, mas várias vezes já ouvi dos desenvolvedores: “Eu já testei e está tuuuudoo certo”.

6. Quais são os tipos de testes mais complicados?

Mainframe – batch, que eu já testei…mais complicado pois sempre envolve problemas de acesso, precisa ter um skill específico para acessar os diretórios etc. Performance parece ser complicado também, mas não conheço.

7. Dicas para quem está começando (materiais/links/etc).

Fazer um curso de inglês pois a maioria das empresas colocam como pré requisito;
– Para aprender sobre testes o livro BASE DE CONHECIMENTO EM TESTE DE SOFTWARE é muito bom;
– Ter concentração, pois precisamos ler vários documentos, e ter um bom raciocício lógico;
– Estudar algumas ferramentas de teste (Rational por exemplo) pode ser um diferencial;
– Fiz um estudo para minha monografia sobre Testes, especificamente sobre MAPEAR CASOS DE USO EM CASOS DE TESTE, quem tiver interesse sobre o assunto pode me contactar.

Obrigado Marcelli pela colaboração! Muito boa a descrição da atividade de um analista de testes, com certeza dá uma boa idéia sobre o papel deste profissional.

Para quem tiver o interesse em ver a monografia dela ou quer alguma ajuda, pode entrar em contato que ela irá responder com todo prazer: marcellitb@hotmail.com

Abraços a todos.

Vinicius Sabadoti


Testes de software e a razão de testar.

Resumo: Neste artigo irei abordar o conceito de testes de software, sua importância e o motivo de testar softwares. Realmente você poderá encontrar muitos artigos tratando deste assunto, porém convido ao leitor a ler o artigo sobre a minha visão referente ao assunto.

Quando converso com alguém para falar que atuo na área de testes de software percebo que na maioria das vezes as pessoas possuem uma visão básica da área. Simplesmente dizer que trabalho com testes de software não é uma tarefa simples de testar para ver se o software está funcionando corretamente.

Na minha opinião a principal atividade é encontrar erros, porém com a atividade de ao encontrarmos erros há várias consequências  positivas.

Quando um defeito é encontrado e corrigido consequentemente a qualidade do sistema aumenta, portanto aumenta sua segurança e confiabilidade, reduzindo os riscos. Se um defeito é encontrado em fase de levantamento de requisitos podemos dizer que o risco é menor do que encontrado em fase de desenvolvimento e o custo também (saiba mais deste conceito pesquisando sobre a Regra 10 Myers).

Imagine a seguinte situação:  A equipe do projeto passa pelo ciclo de vida inicial do projeto e com o levantamento de requisitos do sistema concluído. Os desenvolvedores começam a criar o sistema, porém não está de acordo com o que o cliente pediu e realmente necessita. Ao encontrar este defeito em fase de produção pode acarretar uma grande parte do tempo para solucionar o problema e consequentemente irá afetar o cronograma do projeto.  Acreditem podem haver casos em que sejam necessário começar tudo do zero e caso aconteça como fica o tempo gasto e o custo da equipe? Com certeza o custo do projeto será maior.

Há várias técnicas para realizar os testes para garantir a qualidade do sistema,  duas técnicas bem conhecidas são: testes de caixa preta e testes de caixa branca. Resumindo, testes de caixa preta são os testes afim de verificar a funcionalidade de um sistema,realizando testes práticos no sistema, interagindo o Tester com o sitema. Os testes de caixa branca são voltados para a estrutura interna do sistema, por exemplo, validar se uma variável está declarada corretamente, um laço de repetição e prosseguindo para testes mais complexos. Geralmente os testes de caixa branca são executados pelo próprio programador.

A equipe de testes pode contar com uma grande variedade de softwares para auxiliar nos testes. São softwares que auxiliam desde o planejamento, modelagem até a execução dos testes.

As atividades são divididas entre os cargos presentes na área de testes, onde cada profissional exerce uma função dentro da equipe. Para saber mais sobre sobre as atividades do profisisonal de testes confira meu outro artigo clicando aqui.

Espero que com este artigo vocês possam ter um conhecimento maior sobre a área de testes, os benefícios e sua importância. Caso possuam alguma dúvida sintam-se a vontade para perguntar, responderei com prazer.

Abraços e até a próxima!

Vinicius Sabadoti.


Dica – Google incentiva usuários a encontrar bugs no Chrome e Chromium

Hoje navegando pelo site de tecnologia tecnoblog me deparei com a notícia de que o Google anunciou em seu blog oficial que vai pagar aos desenvolvedores ou a qualquer usuário que encontrar bugs no Chrome e Chromium.

Os valores iniciam de US$500,00 e vão até US$ 1.337,00 de acordo com a severidade do defeito. Ao encontrar um bug o usuário não deve relatar publicamente e deve enviar ao Google para ser analisado.

Achei uma iniciativa bem interessante, mas vale lembrar que a Mozilla já incentiva essa prática.

Com essa, quero ver quem que não vai querer que aconteça um problema no seu navegador Chrome para reportar ao Google!

Abraços e até a próxima!

Vinicius Sabadoti


Carreiras em TI – Teste de Software

Dando continuidade, com os posts sobre as oportunidades na área de TI, estou postanto uma entrevista da minha amiga Edilene que trabalhou comigo na IBM no projeto Santader e atualmente está trabalhando no projeto da ANBID.

Como foi que você conheceu e entrou na área?

Iniciei na área de TI em outubro de 2001, como eu costumo dizer: “Cai de pára-quedas”, pois desde que comecei a trabalhar sempre foi em áreas administrativas. Recebi o convite para trabalhar na Stefanini TI Solutions em Jaguariúna, como Delivery, ou seja, para fazer a interface entre o cliente e a fabrica de software, trabalhando com mainframe, mais especificamente com “Sbama/TSO Changeman/Roscoe”.
Atuei nesta função até novembro de 2003, onde por convite de uma colega de trabalho conheci a empresa Compera, empresa que saiu do “Projeto Encubadora” da Unicamp. Nesta época para testar um sistema de energia, trabalhei como Analista de Teste por 1,5 anos, em seguida integrei o “Grupo da Garantia da Qualidade”. Nesta equipe, participei fortemente da implementação e preparação da área de Mobile Business para obtenção do nível F (equivalente ao nível 2 do CMMI) do MPS-Br. Atuei em qualidade até obtermos a certificação MPS-Br. Em Junho de 2006, a empresa já havia passado por uma fusão se tornando Compera nTime, dessa forma migrei da da área de projetos para área de produtos atuando com o maior produto corporativo da empresa, o Dispara. Nesta área assumi a coordenação do CAS (Central de Atendimento e Suporte) onde exerci a função de Analista de Suporte trabalhando fortemente junto aos clientes na habilitação do serviço, e suporte de segundo nível.
Esta função exigiu um contato intenso com banco de dados (SQL), onde realizava consultas, atualizações e exclusões de registros. No ultimo ano, implementei uma nova ferramenta de controle de chamados, com a reestruturação de toda a central de atendimento para que o cliente pudesse realizar suas solicitações em tempo real e acompanhar seu chamado através de protocolo de atendimento.
Atuei na Compera nTime até Janeiro de 2009. Em Março de 2009, iniciei os trabalhos na IBM Hortolândia, como Analista de Testes para o projeto Santander, onde foi testado a fusão da parte de leasing entre o Real e o Santander. A princípio trabalhei com criação de casos de testes e execuções para a parte Web do sistema que foi construído em ASP, a segunda parte foram os testes Batch (mainframe). Minha participação neste projeto foi até novembro de 2009. Neste mesmo mês, iniciei no projeto STI – ANBID, um sistema de troca de informações entre instituições financeiras, também web, mas que futuramente também teremos testes batch.
Vale lembrar que em outubro de 2009, me certifiquei em ITIL – Information Technology Infrastructure Library, um conjunto de boas práticas a serem aplicadas na infraestrutura, operação e manutenção de serviços de TI. Esta certificação é muito bem vista no mercado de TI e espero colher bons frutos com ela.

Quais são os maiores desafios?

Acredito que o maior desafio é manter-se atual num mercado tão competitivo como o nosso.

Como é a relação entre testes e desenvolvimento?

Desenvolvimento e testes precisam andar juntos sempre, até porque os testes caixa branca 99% são feitos por quem desenvolve. É de extrema importância que a equipe de testes participe desde o início, quando ainda os documentos funcionais estão sendo confeccionados, pois é possível identificar falhas logo nesta fase, mas infelizmente são raras as vezes onde essa prática acontece.

Curiosidade: Qual foi o defeito mais “simples” que você encontrou em um sistema?

Não sei se seria o mais simples, mas acredito que o mais bôbo, foi uma regra onde uma determinada opção da list-box deveria vir como default e isto foi escrito inúmeras vezes na documentação funcional, mas mesmo assim logo no primeiro contato com o sistema, a opção não estava como default e o desenvolvedor ainda disse não saber desta regra! (risos)

Que tipos de testes na sua opinião são mais complicados?

Pela minha experiência, os testes em mainframe são os mais complicados e exigem mais atenção.

Do que você mais gosta da sua profissão?

Gosto da fase de análise de requisitos para desenvolver os casos de testes.

Como você vê o futuro da área?

Sinceramente eu acreditava que a área de qualidade de software estaria mais valorizada hoje em dia, mas acredito que não é possível fazer software sem que haja qualidade, sendo assim a área cresce sim, não como deveria, mas tem futuro.

Dicas para quem está começando.

Ler muito e sempre aperfeiçoar o senso critico e analítico.

Considerações finais/Deixe sua mensagem.

Em qualquer profissão, o mais importante é ter vontade e nunca se acovardar com as mudanças, sendo assim, levo sempre comigo a frase de um filosofo chamado Heráclito (nascido mais ou menos em 550 a.C): “Nada é permanente, exceto a mudança!”

Obrigado Edilene pela colaboração, ficou muito interessante mostrar um pouco sobre a área de testes e saber sobre o defeito mais “simples” que você encontrou! Fica a dica para os desenvolverdores.

Para quem estiver interessado em conversar com ela, podem escrever um e-mail para edilene.dilene@gmail.com

Abraços.

Vinicius Sabadoti


Carreiras em TI – Desenvolvimento

Estou criando uma nova seção aqui no Blog. Vou entrevistar pessoas que conheço nas mais diversas áreas de TI e postar um pouco para divulgar o quão grande é a área de TI e as oportunidades.

Hoje vou postar a de um amigo meu, André Baltieri. Ele trabalha com desenvolvimento em .NET com C# na IBM no projeto da Shell.

Como foi que você conheceu e entrou na área?

Sempre fui fanático por games e sempre ouvia falar que eles eram feitos em C. Então decidi estudar para aprender como eles eram feitos. Depois dessa iniciativa já me engagei com ferramentas como Visual Basic e comecei minha carreira.

Quais são os maiores desafios?

Acho que todo dia tem um desafio novo e é isso que nos move. Um primeiro desafio é sempre conseguir um bom trabalho. Passar pelas entrevistas, aprimorar o inglês.

Do que você mais gosta da sua profissão?

Das frequentes mudanças que nunca deixam nossa área estagnar.

Como você vê o futuro da área?

Talvez esta seja uma das áreas com maior futuro promissor. Precisamos de TI a todo momento, e em toda empresa, independente do tamanho. Temos um défcit enorme na área de TI em relação a Índia por exemplo. Isto significa que faltam profissionais na área. Temos que batalhar para preencher isso.

Dicas para quem está começando.

Estudar. Esta é a palavra correta. Talvez nem seja possível colocar em prática tantos estudos, mas eles vão fazer a diferença em entrevistas. Outro ponto forte é o inglês, que em hipótese alguma pode ser deixado de lado.

Considerações finais/Deixe sua mensagem.

Sem trabalho duro, sem tombos e derrotas, ninguém chega a lugar algum. O que não pode haver é desistência sem antes mesmo ter tentado. Se arrisque mais, mergulhe de cabeça em projetos e tecnologias novas, seja curioso, seja audacioso.

“O futuro tem muitos nomes. Para os fracos é o inalcansável. Para os temerosos, o desconhecido. Para os valentes é a oportunidade.”

Bom espero que tenham gostado, obrigado André pela sua contribuição. Para quem estiver interessado em entrar em contato com o André ou saber mais sobre seus projetos, clique aqui para ver o Blog dele.

Abraços e até a próxima.

Vinicius Sabadoti